Um sujeito, voltando de uma viagem de negócios, entra num táxi no aeroporto.
Enquanto se dirigem para casa, ele pergunta ao taxista se não se importa de
ser sua testemunha pois suspeita que a sua esposa está tendo um caso e
pretende apanhá-la em flagrante.
O motorista concorda e, ao chegarem silenciosamente à casa, sobem pé ante pé
até ao quarto. O marido acende as luzes, arranca o cobertor e lá está a
esposa dele na cama com outro homem.
O marido coloca a arma na cabeça do homem nu.
A esposa grita:
- Não faça isso !
Este homem tem sido muito generoso ! Eu menti quando disse que tinha herdado
dinheiro. Foi ele quem pagou o BMW que eu comprei para ti, ele pagou,
também, o nosso iate novo, foi ele quem comprou, e mantem, a nossa casa na
Quinta do Lago e comprou o nosso título do Iate Ténis Club !!!
Perplexo, o marido baixa a arma.
Olha para o taxista e pergunta:
- O que é que você faria ?
O motorista responde:
- Eu cá tapava-o já com o cobertor, antes que ele apanhe uma gripe !!!
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domingo, 15 de novembro de 2009
Daltonico o Ca**lh*
Cansado, chegando de viagem, toma um táxi no aeroporto e pede ao motorista para levá-lo para casa.
No caminho, vê uma senhora, muito bem vestida, entrando numa boite chamada 'Dito e Feito'.
Reconhecendo a mulher, ele pede ao taxista que retorne à porta da boite.
Tira do bolso um maço de notas e diz:
- Aqui estão mil euros. São seus se você tirar de dentro da boite aquela mulher vestida de vermelho que acaba de entrar. Mas vá tirando e cobrindo-a logo de porrada, sem contemplações, porque aquela desgraçada é a minha mulher!
O taxista, que andava numa 'crise daquelas', aceita de caras e entra na boite.
Cinco minutos depois ele sai, arrastando uma mulher pelos cabelos, com o rosto sangrando, toda desgrenhada, e gritando todos os impropérios que se possam imaginar.
O homem no táxi vê a cena e percebe, horrorizado, que a mulher está
vestida de verde e sai correndo para alertar o taxista do erro.
-Pare! Pare! O senhor errou! Como o é que o senhor confundiu vermelho com verde?
O senhor é daltónico?
Ao que o taxista retruca:
- Daltónico é o ca**lho! Esta é a minha... Já volto lá dentro pra trazer a sua!
No caminho, vê uma senhora, muito bem vestida, entrando numa boite chamada 'Dito e Feito'.
Reconhecendo a mulher, ele pede ao taxista que retorne à porta da boite.
Tira do bolso um maço de notas e diz:
- Aqui estão mil euros. São seus se você tirar de dentro da boite aquela mulher vestida de vermelho que acaba de entrar. Mas vá tirando e cobrindo-a logo de porrada, sem contemplações, porque aquela desgraçada é a minha mulher!
O taxista, que andava numa 'crise daquelas', aceita de caras e entra na boite.
Cinco minutos depois ele sai, arrastando uma mulher pelos cabelos, com o rosto sangrando, toda desgrenhada, e gritando todos os impropérios que se possam imaginar.
O homem no táxi vê a cena e percebe, horrorizado, que a mulher está
vestida de verde e sai correndo para alertar o taxista do erro.
-Pare! Pare! O senhor errou! Como o é que o senhor confundiu vermelho com verde?
O senhor é daltónico?
Ao que o taxista retruca:
- Daltónico é o ca**lho! Esta é a minha... Já volto lá dentro pra trazer a sua!
domingo, 1 de novembro de 2009
Gestão por Objectivos
Era uma vez uma aldeia onde viviam dois homens que tinham o mesmo nome: Joaquim Gonçalves.
Um era sacerdote e o outro, taxista.
Quis o destino que morressem no mesmo dia.
Quando chegaram ao céu, São Pedro esperava-os.
- O teu nome ?
- Joaquim Gonçalves.
- És o sacerdote ?
- Não, o taxista.
São Pedro consulta as suas notas e diz:
- Bom, ganhaste o paraíso. Levas esta túnica com fios de ouro e este ceptro de platina com incrustações de rubis. Podes entrar.
- O teu nome ?
- Joaquim Gonçalves.
- És o sacerdote ?
- Sim, sou eu mesmo.
- Muito bem, meu filho, ganhaste o paraíso. Levas esta bata de linho e este ceptro de ferro.
O sacerdote diz:
- Desculpe, mas deve haver engano. Eu sou o Joaquim Gonçalves, o sacerdote!
- Sim, meu filho, ganhaste o paraíso. Levas esta bata de linho e...
- Não pode ser! Eu conheço o outro senhor. Era taxista, vivia na minha aldeia e era um desastre! Subia os passeios, batia com o carro todos os dias, conduzia pessimamente e assustava as pessoas. Nunca mudou, apesar das multas e repreensões policiais. E quanto a mim, passei 75 anos pregando todos os domingos na paróquia. Como é que ele recebe a túnica com fios de ouro e eu... isto?
- Não é nenhum engano - diz São Pedro. - Aqui no céu, estamos a fazer uma gestão mais profissional, como a que vocês fazem lá na Terra.
- Não entendo!
- Eu explico. Agora orientamo-nos por objectivos. É assim: durante os últimos anos, cada vez que tu pregavas, as pessoas dormiam. E cada vez que ele conduzia o táxi, as pessoas começavam a rezar.
Resultados! Percebeste?
Gestão por Objectivos!
O que interessa são os resultados, a forma de lá chegar é completamente secundária...!
Um era sacerdote e o outro, taxista.
Quis o destino que morressem no mesmo dia.
Quando chegaram ao céu, São Pedro esperava-os.
- O teu nome ?
- Joaquim Gonçalves.
- És o sacerdote ?
- Não, o taxista.
São Pedro consulta as suas notas e diz:
- Bom, ganhaste o paraíso. Levas esta túnica com fios de ouro e este ceptro de platina com incrustações de rubis. Podes entrar.
- O teu nome ?
- Joaquim Gonçalves.
- És o sacerdote ?
- Sim, sou eu mesmo.
- Muito bem, meu filho, ganhaste o paraíso. Levas esta bata de linho e este ceptro de ferro.
O sacerdote diz:
- Desculpe, mas deve haver engano. Eu sou o Joaquim Gonçalves, o sacerdote!
- Sim, meu filho, ganhaste o paraíso. Levas esta bata de linho e...
- Não pode ser! Eu conheço o outro senhor. Era taxista, vivia na minha aldeia e era um desastre! Subia os passeios, batia com o carro todos os dias, conduzia pessimamente e assustava as pessoas. Nunca mudou, apesar das multas e repreensões policiais. E quanto a mim, passei 75 anos pregando todos os domingos na paróquia. Como é que ele recebe a túnica com fios de ouro e eu... isto?
- Não é nenhum engano - diz São Pedro. - Aqui no céu, estamos a fazer uma gestão mais profissional, como a que vocês fazem lá na Terra.
- Não entendo!
- Eu explico. Agora orientamo-nos por objectivos. É assim: durante os últimos anos, cada vez que tu pregavas, as pessoas dormiam. E cada vez que ele conduzia o táxi, as pessoas começavam a rezar.
Resultados! Percebeste?
Gestão por Objectivos!
O que interessa são os resultados, a forma de lá chegar é completamente secundária...!
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